<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080</id><updated>2012-01-09T04:22:34.745-08:00</updated><category term='devaneios'/><title type='text'>Corte Diamante</title><subtitle type='html'>Afiado e Implacável</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-8584899289483233628</id><published>2010-11-17T05:11:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T05:11:25.044-08:00</updated><title type='text'>Humano, demasiado humano</title><content type='html'>Sim, a frase é um título de um livro do Nietzsche, mas longe de mim tentar sequer entender (tanto o filosofo quanto o livro), apenas a usei como forma de externar o que se passa "aqui dentro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nos achamos "mais" do que o mundo que nos cerca. Todos somos "uma galáxia de idéias, pensamentos, desejos sonhos e etc. Complicados demais para que 'os outros' nos entendam".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olhamos as pessoas com condescendência: "Oh! Sres simples, de vida simples, superficial, frívolos e despreocupados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim era como eu pensava (e ainda penso, na verdade). Mas dados certos eventos (ou a falta de alguns), últimamente me peguei em meio a um pensamento assustador:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, com minha pseudo-complexidade-galática estou afastando as pessoas de mim. E na ansia de tentar tapar esse buraco (de própria autoria) acabo cavando ainda mais.&lt;br /&gt;E eu, que sempre me considerei um ser superior à necessidade de companhia, agora chego as raias da miséria, a ponto de quase mendigar companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivendo e aprendendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-8584899289483233628?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/8584899289483233628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/humano-demasiado-humano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8584899289483233628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8584899289483233628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/humano-demasiado-humano.html' title='Humano, demasiado humano'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-2968000189274169781</id><published>2010-11-10T08:00:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T08:00:09.706-08:00</updated><title type='text'>Tristeza do Jeca</title><content type='html'>Relembrando pensamentos da noite passada. E resumindo todos em uma frase simples, sem palavras de efeito ou complicados conceitos sociológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse isso a alguém e repito aqui. Perdi meu lugar no mundo. Me enganei redondamente e várias decisões que tomei, e mesmo que não as tivesse tomado, ainda sim estaria perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi meu Norte e meu Sul. Questiono a cada instante se não devo desistir de tudo e voltar para vinha vida de alguns anos atras, só para me lembrar que nessa vida também estava deslocado. Ou seja, tanto faz ir ou ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero algo. Os genéricos conceitos de "felicidade e paz de espírito" é o que consigo definir. Mas no fundo é o vil metal que me faz falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou sozinho, não tenho uma companheira, meus amigos não podem me oferecer o que preciso, porque (como eu disse) nem eu sei ao certo o que é.&lt;br /&gt;Estou cansado de estar cansado. Estou farto de correr atras do rabo-que-não-tenho, de perseguir uma idéia não muito bem definida sobre um desejo não muito claro de ter algo não muito certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou triste, infeliz, desanimado, irritado e insatisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana (minha es-namorada) dizia "Você é dono de um coração Pirata" (como o da música), e eu achava exagero da parte dela. Mas, no fundo, talvez ele seja ainda mais que pirata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sei é que, não importa o quando eu faça e desfaça meus planos, o quanto eu "me canse" de fazer as coisas como faço e começar a agir de forma diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre volto para esse ponto. Esse cinza indefinido que é meu intímo. Adorava me ver e me sentir "diferente e especial", quando na verdade eu apenas queimo de inveja por ver outras pessoas andando "para frente".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-2968000189274169781?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/2968000189274169781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/tristeza-do-jeca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2968000189274169781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2968000189274169781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/tristeza-do-jeca.html' title='Tristeza do Jeca'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-1786727487297642179</id><published>2010-11-07T12:52:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T12:59:40.173-08:00</updated><title type='text'>"A nova e eterna aliança"</title><content type='html'>Não, isso não é uma postagem com cunho religioso (como os quase inexistentes leitores deste blog já devem saber), é apenas meu incontrolável prazer em satirizar com conceitos sociais, como por exemplo, religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a postagem não tem nada a ver com religião, e sim com "aliança". Esse objeto metálico, prateado ou dourado, que os casais ostentam orgulhosos para todo o resto. Sim, porque o anel é apenas um indicativo para terceiros do compromisso da pessoa que o usa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou entrar em detalhes sobre a utilidade ou não dela. O que me motiva a escrever é simplesmente o fato de que, hoje em dia, cada vez mais eu vejo cada vez menos casais que não usam os tais objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma época em minha vida que eu acreditava que elas significavam um compromisso sério, um noivado ou um casamento por exemplo. Mas hoje não. Bastou namorar e já tá lá a porcaria da argola no dedo. Qualquer casalzinho com mais de um mês de relacionamento já compra as alianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não! Minto! Quem disse que precisa de um mês?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Inveja!" vocês inexistentes gritariam. "Concordo" berro eu em silêncio. Eu colocaria de bom grado um anel destes, se achasse quem quizesse dividir um comigo, e se achasse um que sirva nesses dedinhos magros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-1786727487297642179?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/1786727487297642179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/nova-e-eterna-alianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1786727487297642179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1786727487297642179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/11/nova-e-eterna-alianca.html' title='&quot;A nova e eterna aliança&quot;'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-3686018723843108173</id><published>2010-09-25T13:25:00.000-07:00</published><updated>2010-09-25T13:38:12.027-07:00</updated><title type='text'>Virtude</title><content type='html'>Revisitando ainda meus conceitos sobre essas "coisas" (e me perdoem por usar este termo, pois não me ocorre nenhum melhor, a frente tentarei esplicar porque), hoje tive uma mostra clara de que essa palavra tem seu significado "bruto" adulterado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivo? O meu preferido: A Nossa Sociedade. Eu não sou um misantropo, nem um ser anti-social, mas sempre vejo os vermes que sustentam certos padrões sociais (ou deveria dizer a maioria deles? Isso é outro assunto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virtude! Ao som dessa palavra, o que vem a mente é algo sublime, uma habilidade, característica ou qualidade pressupóstamente considerada "boa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caridade, é uma virtude. Castidade, é uma virtude. Honestidade, hombridade, o genérico "caráter" são todos exemplos de virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, o que seria virtude?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, virtude nada mais é do que uma característica que dá prazer a pessoa que o possuí, bem como a outros a seu redor. É uma característica por vezes invejada, e muitas vezes desejada por quem não a tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo disto, e como a visão é minha, para mim é o que importa, pode-se dizer que tudo é "virtuoso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Violência, por exemplo, apesar de ser bruta, selvagem, irracional (por vezes) e descontrolada, traz em si um sentimento de liberdade, ou de libertação. E existem aqueles que encontram prazer em sua violência (eu levantei o dedo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ainda, vamos nos ater a um outro canal, ou deveria dizer "carnal"? O sexo, a satisfação do desejo, o rompimento com os padrões aceitos e aprovados socialmente, isso é uma virtude (e o prazer aqui ainda não é o carnal em si).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu desejo lhe diz algo, e você o faz, e assim consegue seu prazer. Quer algo mais virtuoso do que isso? Ainda mais que, eventualmente, isso vai gerar o prazer de outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chame-me de egoísta. Eu acabo de provar do mel lascívo da luxúria pura e simples, sem nenhum compromisso com nada mais do que atender aos desejos que me queimavam a carne (não em tortura, mas em animação), e vai levar um tempo para me desembriagar deste vinho ardente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-3686018723843108173?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/3686018723843108173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/09/virtude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3686018723843108173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3686018723843108173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/09/virtude.html' title='Virtude'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-3538361169625694937</id><published>2010-09-06T10:21:00.000-07:00</published><updated>2010-09-06T11:14:04.225-07:00</updated><title type='text'>Violência</title><content type='html'>Completando (ou continuando o assunto) do post anterior...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se dizer que não só o homem é violento, mas que a violência existe em cada ser vivo. Um leão, um tubarão, um Louva-a-Deus fêmea e tantos outros exemplos de criaturas que matam, estripam, desmembram e coisas "violentas" do tipo.&lt;br /&gt;Isso não é violência, é instinto.&lt;br /&gt;E o homem tem este mesmo instinto de destruição e auto-preservação, enterrado sob camadas e camadas de convenções sociais ou auto limitações(&lt;a href="http://landniemand.blogspot.com/2010/09/sussurros-da-besta.html"&gt;leia aqui&lt;/a&gt;) talvez mais auto-limitações do que as convenções.&lt;br /&gt;Pois bem, se um instinto é reprimido, tal qual em um animal de zoológico, o que acontece com o bicho? Se deprime, se aquieta, se torna opaco.&lt;br /&gt;E com o homem? Nossa habilidade de "racionalizar" é que se torna o problema nessa hora.&lt;br /&gt;Um leão enjaulado vai lutar contra as grades, vai rugir, vai tentar agredir quem quer que se aproxime da jaula. E fará isso até suas forças se exaurirem, e irá perceber que "seja-lá-o-que-for" que o prende é forte demais para suas garras. Ele não percebe a jaula, ele não percebe sua liberdade, ele apenas sabe que não consegue andar mais do que uns poucos passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o homem, não. Sabemos o que queremos fazer, mas simplesmente nos negamos tal liberdade por medo, covardia, por pensar que é "errado", por julgar nossos atos pelos parâmetros estabelecidos pela maioria. Existe o aceitável e o inaceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então surge a possibilidade do anonimato. Fazer algo sem ser reconhecido. É quando muitos colocam as garras de fora (ou penas, ou asas, ou rabo, ou presas, ou punhos... tanto faz). É quando surgem as máscaras, tanto de couro quanto de meia, e por trás dessas máscaras se desenrolam atos de crueldade, sadismo, homossexualidade, heterossexualidade, polissexualidade que seja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um monstro não é liberado nunca: a Violência.  Prende-se essa fera como se fosse a mais temível das bestas, e o é. Mas, ao contrário do Leão em um Zoológico, essa fera não arrefece com o tempo. A jaula não a domina, a privação da liberdade não a deprime, ser trancafiada não a faz definhar. Pelo contrário, ela cresce, mais e mais, alimentando-se de cada pedaço de ira, de cada lampejo de raiva, de cada minuto de mal-humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E contê-la é como conter a respiração. Existe um limite, que é facilmente alcançado quando algo nos ofende. Seja um xingamento, uma agressão, ou o que mais for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, novamente as convenções nos impedem de retribuir a ofensa no momento em que ocorre. Pise no rabo de um leão, mesmo enjaulado, e ele vai morder de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa ausência de retribuição é que cria a figura vil e ardilosa da Vingança. É a retribuição feita a prazo, ou ainda, feita de modo a criar uma ferida ainda maior do que a recebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa imagem me veio após assistir ao filme "O Bem Amado", mais especificamente na figura do "Zeca Diabo" dizendo que "se descobrir qualquer um, com a mínima ligação com o coronel Emiliano Medrado, mesmo que fosse primo distante, eu despacho desse mundo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leão irá morder quem o pisar, e quem estiver perto, mas mais por raiva da dor do que por qualquer tipo de julgamento de culpa. O Zeca Diabo não, ele passa os anos vivendo sua vida, mas dentro do âmago dele a chama da vingança nunca se apaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque isso? Porque não simplesmente acabar com a morte do tal coronel? Porque, como todo ser humano, a violência continua instigando a vingança a perseguir seu objetivo, distorcendo, corrompendo, ampliando e criando desculpas para incluir esse ou aquele em sua lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo seria um lugar muito mais pacífico se o porte - e o uso - de armas fosse totalmente permitido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-3538361169625694937?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/3538361169625694937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/09/violencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3538361169625694937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3538361169625694937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/09/violencia.html' title='Violência'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-8685129848998080281</id><published>2010-08-28T14:14:00.000-07:00</published><updated>2010-08-28T14:29:51.187-07:00</updated><title type='text'>Vingança</title><content type='html'>Antes que qualquer conclusão seja tirada ante o título não, essa não vai ser a descrição de alguma vingança cometida por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, graças as aulas de Filosofia do Direito que ando tendo, o tema abordado acabou por despertar em mim uma consciência que, estando dentro da mente de um futuro operador di Direito, pode ser indício de problemas.&lt;br /&gt;A Vingança é o subproduto do segundo impulso exclusivo dos seres humanos: A Violência (e só é segunda porque coloco o sexo como sendo o primeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum animal é tão violento quanto o homem, pelo fato de que nossa violência é pura, simples e gratuita. A vontade de destruir algo, ou alguma coisa, nasce de um não-0sei-o-que que arde dentro de cada um de nós. E essa vontade está sempre presente no dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso vem a vingança, que nada mais é do que nosso sentimento de humilhação sendo alimentado pela fornalha da violência. A Vingança é a antítese das preliminares do sexo. enquanto as preliminares existem para aumentar o prazer através da exacerbação de certos sentidos para que, quando o ato sexual propriamente dito se inicie, os dois já estejam fervendo e com isso o orgasmo ampliado, a Vingança é alimentada pela violência, e ela ressalta as feridas e dores que nos foram causadas, culminando no momento vazio de vê-la sendo completada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem isso. Não há um orgasmo, e talvez por isso a vingança seja as vezes muito mais planejada e sua execução muito mais demorada do que o necessário: "É um prato que se deve comer frio, e aos poucos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me lembra o Chavez: "A Vingança nunca é plena, Mata a alma e envenena"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-8685129848998080281?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/8685129848998080281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/08/vinganca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8685129848998080281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8685129848998080281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/08/vinganca.html' title='Vingança'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-2294883629510959957</id><published>2010-08-04T07:23:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T07:37:16.934-07:00</updated><title type='text'>Aos olhos descobertos</title><content type='html'>Já fui uma pessoa de preconceitos extremos, desses de sempre optar pelo que normalmente se espera de um indivíduo padrão.&lt;br /&gt;Meus gostos eram guiados explícitamente pela idéia do que as outras pessoas diriam de mim, ou sobre como essa ou aquela coisa iria causar esse ou aquele impacto.&lt;br /&gt;Já fui de pensar "O que fulano fariam em meu lugar? O que ele acharia legal de fazer?", e coisas desse tipo.&lt;br /&gt;Acho que isso é um ponto comum a muita gente. É quase lugar-comum passar por essa fase. E após, os resultados são os mais diversos: existem os que decidem seguir o próprio nariz, existem os que acham melhor esconder as reais intenções em atos aparentemente inócuos (e se satisfazem internamente apenas com a idéia do "estou fazendo isso"), existem aqueles que se tornam armadilhas, se comportam de forma "normal" e quando encontram uma "deixa" externam a besta interior, e existem aqueles que continuam negando totalmente os próprios desejos e gostos, optando pelo que "os outros" escolheriam.&lt;br /&gt;Lógico, existem ainda mais subtipos, ainda mais variantes, não é minha intenção escrever um tratado sobre isso.&lt;br /&gt;O ponto em questão é: "Seus olhos descobertos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, descobertos, como os das pessoas do primeiro exemplo, mas além disso, é viver tocando a borda do intolerável, é roçar os dedos na superfície do horripilante, é flertar com o inadmissível, é encarar de frente o abismo, e deixar ele encarar de volta.&lt;br /&gt;É não sor ver a própria besta, mas alimentá-la, excita-la, provocá-la, deixar que ela acompanhe seus passos e seus dias, e acima de tudo, não negar o que ela sussurra aos ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos dentro de regras rígidas de comportamento. "Um direito termina onde se inicia outro", mas nada impede que você empurre seus limites para além do que é devido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta fazer isso com suavidade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-2294883629510959957?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/2294883629510959957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/08/aos-olhos-descobertos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2294883629510959957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2294883629510959957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/08/aos-olhos-descobertos.html' title='Aos olhos descobertos'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-6432746657215801716</id><published>2010-05-16T14:48:00.000-07:00</published><updated>2010-05-16T15:06:13.557-07:00</updated><title type='text'>Das Discrepâncias vindas do Martini</title><content type='html'>Eu Gosto de extremos. E cheguei a essa conclusão ANTES do alcool da bebida do título sequer chegar aos meus lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu achava que tinha um modelo de beleza. Mas não tenho, ao menos, não o que outras pessoas chamariam de "beleza".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo reage, violentamente, àquelas mulheres ditas "lindas", ou ao menos, as que eu acho lindas. Aquele ser perfeito, com rosto, seios e bumbum em uma proporção exata. E essas fazem meu sangue ferver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo, pessoas ditas "defeituosas" me enchem de desejo do mesmo modo. E o exemplo é drástico, porém verdadeiro.&lt;br /&gt;Estava eu no Pub, esperando meu Martini chegar, quando na mesa ao meu lado se sentam três lindas garotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus olhos não conseguiam se desgrudar de uma delas, alta, cabelos loiros-castanho ( a luz do lugar não ajuda muito - e eu sou quase cego no escuro) olhos escuros, seios pequenos, um belo quadril e na mão longos e delicados dedos.&lt;br /&gt;E eu não errei ao colocar a palavra mão no singular, pois ela só possuia o braço direito. E longe de isso me causar repulsa, a bem da verdade, teve um impacto tão forte, tão intenso, que quando eu consegui me mover, ela tinha se levantado para pegar outra bebida para a mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desapareceu em seguida, restando apenas as duas amigas, e eu acabei indagando de uma delas se a moça estava sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei o que ela pensou, mas o modo como respondeu foi estranho: "Não... quer dizer, não sei... acho que sim... mas eu não sei, acho melhor não..."&lt;br /&gt;(ou seja, ela estava sozinha, mas não estava sozinha, só que a outra não tinha certeza, então era pra eu considerar ela como não estando sozinha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo que eu queria era conversar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-6432746657215801716?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/6432746657215801716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/das-discrepancias-vindas-do-martini.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6432746657215801716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6432746657215801716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/das-discrepancias-vindas-do-martini.html' title='Das Discrepâncias vindas do Martini'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-6862223222014432422</id><published>2010-05-10T09:31:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T09:39:31.972-07:00</updated><title type='text'>Reflexões Ioiô</title><content type='html'>POis bem, é fato que nós, usuários costumazes da massa enceálica que habita dentro do crânio, vez ou outra chegamos a conclusões sobre certos aspectos da vida cotidiana, ou de "porque fazemos o que fazemos", ou ainda sobre "o que realmente deveríamos fazer", aquelas coisas bombásticas, aquelas verdades cegantes, que nos desnorteiam quando vemos que não seguimos o que nós mesmos pensamos.&lt;br /&gt;E, como dito, essas espetaculares conclusões são devidamente engavetadas em nosso armário das "coisas que eu devo fazer", mas não fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, depois de um belíssimo porre de Vodka com vinho no sábado, em mais uma conversa incidental dentro do apartamento, novamente disse as palavras que, por mais dificil de acreditar que possa ser, venho tentando seguir últimamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão não é ficar sozinho, ou se envolver com alguém. Tudo se resume a usos. O que você quer, como você quer, quando e com quem. Definido isso fica fácil dar a exata abertura para que a coisa desenrole. Mas, o melhor de tudo, é fazer isso com generosas doses de honestidade suicida. É beirar as raias da canalhisse, é flertar com o descaramento, é passar a milímetros da sem-vergonhice, e tudo por estar simplesmente dizendo exatamente o que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse anteriormente: Perder tempo pra que?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-6862223222014432422?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/6862223222014432422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/reflexoes-ioio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6862223222014432422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6862223222014432422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/reflexoes-ioio.html' title='Reflexões Ioiô'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-1682371909667951602</id><published>2010-05-02T09:14:00.000-07:00</published><updated>2010-05-02T09:24:36.376-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sentado, em um domingo a tarde, em um computador que não é meu, com o sol me torrando e mal conseguindo ver o monitor por causa da claridade, depois de ter passado por um fim de semana absurdamente normal (depois de um fim-de-sexta-feira que chegou em patamares estratosféricos de bizarrice - mas isso é assunto pra outra hora), dentro de um apartamento alugado, que por sinal divido com o dono do computador, escutando Zéu Brito, depois de ter almoçado arroz, feijão, carne assada e peixe em um restaurante lotado de Motociclistas, usando uma calça que faz umas duas semanas que me pede para ser lavada e tendo percebido que havia perdido duas moedas de R$1,00, pensei cá com meus botões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que perder tempo com baboseiras quando o que se quer de verdade é só um bom sexo?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-1682371909667951602?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/1682371909667951602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/sentado-em-um-domingo-tarde-em-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1682371909667951602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1682371909667951602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2010/05/sentado-em-um-domingo-tarde-em-um.html' title=''/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-8474609114923647667</id><published>2009-12-21T12:03:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T12:19:40.718-08:00</updated><title type='text'>Ódio</title><content type='html'>"Eu odeio aquela pessoa!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes eu já ouvi isso, palavras saídas com a mesma naturalidade de tantos lábios como seriam as palavras "Nossa, eu acho que chove hoje".&lt;br /&gt;Se bem que, as vezes, o comentário meteorológico tem mais intenção do que o outro.&lt;br /&gt;Ha de se imaginar uma cara de nojo, um esgar, olhos faiscando numa expressão que, por sí só já traria o peso do sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não, o que vejo é quase algo despreocupado, uma expresão vazia, impessoal ou até mesmo afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me pergunto se a pessoa usa aquelas palavras sabendo do peso que carregam. Não, não sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, que sou tachado de mal-humorado, sistemático e chato; eu que tenho (como tantos) regras e normas pessoais que gosto de seguir; eu que me incomodo e me estresso (esqueci do "estressado") até mesmo com o barulho do caminhão do lixo em outro quarteirão. Eu não posso dizer que odeio alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raiva? Sim, algumas pessoas me põe irritado, raivoso. Furia? Já tive meus acessos de fúria, afinal, nosso controle é pura fachada, e não nego o sangue quente que carrego nas veias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ódio? Não. Odiar alguém é algo que eu ainda não sei o que é. Se o amor, como eu o vejo, é o sentimento que suplanta qualquer coisa e sua tempera nunca se perde, então o ódio é o mesmo sentimento, a mesma intensidade e a mesma perseverança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ambos em sentidos opostos. Alguém digno de ódio deveria ser a pessoa que representaria meu antagônico. A pessoa cuja existência nega, oblitera, deturpa e ofende tudo em que acredito, seria a encarnação do meu mal, meu anticristo. Seria alguém a quem eu dedicaria minha existência para destruir, da forma mais violenta, sanguinolenta, dolorosa e lenta que fosse possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Ainda não há alguém digno disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-8474609114923647667?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/8474609114923647667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/12/odio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8474609114923647667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8474609114923647667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/12/odio.html' title='Ódio'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-6838327124026780330</id><published>2009-12-01T05:30:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T05:54:33.861-08:00</updated><title type='text'>O Retorno</title><content type='html'>Aos poucos vou retornando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho é sempre algo desinspirador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-6838327124026780330?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/6838327124026780330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/12/o-retorno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6838327124026780330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/6838327124026780330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/12/o-retorno.html' title='O Retorno'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-1351660125530685670</id><published>2009-07-07T12:15:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T12:22:41.892-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='devaneios'/><title type='text'>Das coisas que acontecem quando crescemos...</title><content type='html'>Hoje tive um daqueles momentos de iluminação, sabe, um daqueles que acontecem quando uma janelinha se abre em algum lugar e algo se traduz como sendo mais do que sua crua realidade... entendeu? Não? Bom, é por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu chamo de Teoria do Chaveiro, ou dos chaveiros dependendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a clara "evolução" a qual estamos atrelados. E tudo se traduz em chaves, dessas de abrir portas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro jogo de chaves que conquistamos, lá atras, na adolescência, sõ as chaves da porta de casa, quandoe estamos autorizados a sair por conta própria, mas tendo aquele horario para chegar em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela segue. Depois vem a chave do carro (as vezes do pai primeiro, mas não demora muito e temos nossa própria), depois da casa própria (ou alugada, mas o que importa é que essa é SUA). Depois, com o casamento, vem a chave da casa do sogro, e para alguns sortudos, a chave da "casa de férias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a essas junta-se a chave do escritório, do portão do condomínio, da caixa de correio, do cofre do banco, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja suas chaves. Elas são o que você está se tornando...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-1351660125530685670?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/1351660125530685670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/07/das-coisas-que-acontecem-quando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1351660125530685670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1351660125530685670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/07/das-coisas-que-acontecem-quando.html' title='Das coisas que acontecem quando crescemos...'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-4870108731971819357</id><published>2009-06-05T10:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-05T10:28:56.231-07:00</updated><title type='text'>E se aproxima o inverno</title><content type='html'>O Frio. Tão aclamado por muitos, tão destestado por outros muitos. Sou da segunda opinião. Não gosto do frio, prefiro a sensação de estar derretendo sob um sol escaldante a tolerar essa rigidez imposta pela baixa temperatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o inverno me traz ainda outras lembranças, ruins no fim, mas lembranças como sempre. Foi em um começo de inverno que conheci a pessoa que mais marcou meu "pobre e sofrido coraçãozinho". Por sete meses o frio não me incomodou. Por sete meses pisei em nuvens, por sete meses o mundo era um lugar de cores berrantes, risadas cristalinas, sorvetes, cinema, calor, carinho e pouquíssima preocupação. Dinheiro? Gastava-o sem medidas (não que fosse muito, mas tudo o que tinha era gasto com prazer). E ao fim deste sete meses me sobraram um coração marcado, um mundo de sonhos postos abaixo e, especialmente, a ausência total de lágrimas (que só foram retornar no fim do ano passado, quando minha mãe morreu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois daquele inverno, pouco ou nada sobrou de toda minha doçura, minha candura, minha aprazibilidade. Amarguei, como cachaça ruim, como café de terceira. As cores não se foram, o que eu perdi foi a capacidade de ser agradável. Enchi-me de minhas manias, entupi meu ser de regras, normais, diretrizes, esquemas, padrões e definições. Tranquei o mundo em uma caixa de vidro e passei a estuda-lo de fora.&lt;br /&gt;Nada era tão agradável quanto deixar um rastro de irritação por onde passasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, me tornei um chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje, ao ver o que ocorre com outras pessoas, especialmente com pessoas próximas a mim, passei a temer pelo fato de que elas venham a ficar do mesmo modo. E o pior é que, por falta de diálogo, elas caminham para um final inevitavelmente evitável. Basta que eles conversem, basta que cutuquem um pouco as próprias feridas, deixem grande parte do orgulho de lado, prestem atenção no que seus coração urram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já carrego o peso do meu mundo nas costas. E percebi que durante todo esse tempo que eu "xregi a orquestra", nada fez diferença alguma. Pessoas continuaram com suas vidas, evoluiram, enquanto eu fiquei com minha birra, minha cisma, meu sentimento de que precisava me isolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada disso vale a pena. O mundo é um só para qualquer um de nós. Nada do que pensemos, nada do que fizermos vai nos colocar no centro dele. E não importa o quanto eu deteste o inverno, ele sempre vai voltar, e com ele as lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que venha o frio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-4870108731971819357?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/4870108731971819357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/06/e-se-aproxima-o-inverno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/4870108731971819357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/4870108731971819357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/06/e-se-aproxima-o-inverno.html' title='E se aproxima o inverno'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-9188860793470664324</id><published>2009-05-25T12:23:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T12:39:53.033-07:00</updated><title type='text'>Das músicas que, as vezes, dizem algo...</title><content type='html'>As vezes, quando menos se espera, uma pare da rotina revela um pequeno lampejo que interrompe todas as linhas de pensamento, faz parar a engrenagem do dia e me obriga a vir aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo isso pois, mesmo não tendo uma "hora certa" para fazer postagens, costumo pensar no que escrever antes de iniciar o processo. Mas hoje não foi assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu em meus afazeres trabalhísticos costumeiros, com música rodando como pano de fundo quando inicia-se "I know why you whana Hate Me" do Limp Bizkit. Até aí nada demais, é uma música que eu gosto e, como outras antes, apenas servia como pano de fundo. Mal presto atenção as letras das músicas. Ouço o que ouço, na maioria das vezes, pelo conjunto da obra, e não pelo fato de a letra dizer "isso" ou "aquilo". mas, por qualquer motivo que seja, acabei prestando atenção a letra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá pelo meio da música veio o lampejo. Uma frase: "Because Life is a Lesson, You learn it when you in trought" - "POrque a Vida é uma lição, Você aprende só quando está dentro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a típica resposta curta para a pergunta "Porque a vida é assim? Porque isso ou aquilo acontece sempre?". Para entender a vida, primeiro, você tem que vivê-la. E ao final vai acabar entendendo que o "sentido da vida" é apenas ser vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de jeito certo, de "bom caminho", nada disso, apenas viver, como quiser, como for possível, fazendo-se o que tiver que ser feito. Não há um significado oculto, não há uma formula mágica, ou, numa frase clichê: "Não existe o camino, existe apenas o caminhante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva e deixe viver. E, aproveitando ainda outra frase ouvida no fim de semana: "There is a lot of things to think about, but nothing to worry about" - "Existe muito o que se pensar, mas nada com que se preocupar".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-9188860793470664324?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/9188860793470664324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/das-musicas-que-as-vezes-dizem-algo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/9188860793470664324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/9188860793470664324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/das-musicas-que-as-vezes-dizem-algo.html' title='Das músicas que, as vezes, dizem algo...'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-2916294014647754685</id><published>2009-05-17T09:47:00.001-07:00</published><updated>2009-05-17T10:03:22.634-07:00</updated><title type='text'>Sansão e Napoleão</title><content type='html'>Antes de mais nada,isto não tem nada a ver com as duas figuras históricas que tem este nome, mas sim, sobre um livro &lt;em&gt;A Revolução dos Bichos&lt;/em&gt; - George Orwell (pseudonimo de Eric Arthur Blair).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história narra a saga de uma granja, onde seus bichos se revoltam contra o julgo do maléfico Sr.Jones - proprietário da tal granja - "Granja do Solar", devido aos maus tratos perpetrados por aquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de porcos toma a liderança da fazenda, após o bem sucedido levante, e estabelece novas regras, de forma que os bichos passem a ter uma vida digna e justa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não ocorre, e eu me cativei especialmente pelo personagem Sansão, um cavalo de tração dono de uma força digna do nome que carrega, mas que mesmo com todo seu poder muscular, sujeita-se as regras, sempre tendo duas frases como bordão: "Napoleão tem sempre razão" e "trabalharei mais ainda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Napoleão é o porco-chefe (depois de uma série de eventos), e é ele quem orquestra o desenrolar dos fatos na Granja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vendo o que ocorre lá, não posso deixar de comparar com o que ocorre aqui. Me sinto como Sansão, trabalhando além de minhas forças e recebendo nada em troca, a não ser mais trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas o pior é o fato de que, conscientemente, sabemos como as coisas ocorrem, e nada fazemos no intuito de mud-alas. esperamos sempre alguém gritar "me ajudem, eu prometo que tudo irá mudar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é: nunca muda, nem mesmose nós estivéssemos lá. Quem tem o poder, só o tem porque a situação assim o favoreceu. Mudar essa situação é abolir o &lt;em&gt;Status Quo&lt;/em&gt;, e assim, deixar o poder escapar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-2916294014647754685?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/2916294014647754685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/sansao-e-napoleao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2916294014647754685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2916294014647754685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/sansao-e-napoleao.html' title='Sansão e Napoleão'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-8986967360993605931</id><published>2009-05-13T14:53:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T15:09:22.412-07:00</updated><title type='text'>Somos quem somos</title><content type='html'>Hoje me peguei olhando uma foto minha de infância, vestido com a camisa do time do coração, segurando com orgulho infantil um pequeno cartaz com o placar favorável do jogo. Pela data, eu devia ter lá meus dois anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias felizes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olhando aquela foto, resgatando um pouquinho da simplicidade daqueles dias, um "algo" acontece e, como uma tremenda bofetada de dedos espalmados, me mostrou a dura realidade daquilo que me tornei ou, ainda, do que todos nós nos tornamos quando envelhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pressuposto é que, com a idade, o homem deveria ficar mais sábio. Discordo, com veêmencia, disso. A idade nos torna mesquinhos. Mais e mais centrados em nós mesmos, mas não de um modo livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de passarmos a nos preocupar apenas em fazer o que nos dá prazer, mais e mais olhamos a volta caçando um motivo que seja para justificar o fato de que somos, todos, infelizes em grande parte. Não temos o que desejamos, não fazemos tudo o que queremos, as coisas não funcionam como deveriam, a maior parte de nosso dia é ocupado por algo que nos incomoda e no fim sempre culpamos alguém ou alguma coisa pelas nossas mazelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vingança, cega e mal direcionada, é o que move a grande maioria das pessoas. O chefe, o vizinho, o conhecido que se deu bem na vida, Deus, Diabo, Azar ou seja lá qual for o alvo do "por causa disso eu estou assim", esquecemos de pensar que, as vezes, o maior mal causado a nós mesmos vem de dentro. E sempre, sempre e sempre, o sentimento do "um dia ele me paga" - sendo o "ele" qualquer coisa que não a própria pessoa - é a melodia que ouve-se dia após dia, do amanhecer ao alvorecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas canções de ninar, hoje, não falam mais de bois com caras pretas. Nesses dias, para domir, nos embalamos no som profundo e grutual do ódio ao fato de sermos quem somos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-8986967360993605931?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/8986967360993605931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/somos-quem-somos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8986967360993605931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/8986967360993605931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/somos-quem-somos.html' title='Somos quem somos'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-3574876769746100196</id><published>2009-05-12T12:08:00.000-07:00</published><updated>2009-05-12T12:13:47.641-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='devaneios'/><title type='text'>Senso de Humor</title><content type='html'>“A vida, segundo me parece, tem um estranho senso de humor, para o bem ou para o mal.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ler esta frase, recebida via SMS por um mui dileto amigo, a qual se referia a estranheza de que, durante os períodos mais atribulados de nossa vida, a mesma acaba por proporcionar-nos situações em que ora nos afundamos na maior das decepções, ora nos entupimos até as narinas de esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que, a ele, talvez tais definições sejam dignas de crítica. Mas o que me move, neste momento, é a constatação que algo, uma engrenagem por detrás dos panos, move-se independente do que nós decidimos para nossas vidas, nosso cotidiano e, especialmente, para nossos “planos futuros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que fica é que esse “algo”, essa “força oculta por detrás de tudo”, está, constantemente a conspirar para que, na maioria das vezes, nossas ações resultem em redundantes fracassos. Nosso destino, no fim das contas, está fora de nossas mãos, controlados por essa entidade, dotada de um imenso senso de humor negro, a qual se diverte em nos empurrar, para cima e para baixo, feito baratas perdidas em um labirinto sem saída, o qual tem como único objetivo, nos fazer padecer a míngua, enquanto somos observados atentamente em nossa agonia lenta, cega e solitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, será mesmo? Ou será que não são apenas coincidências? Será, talvez, nossa eterna tentativa de justificar o injustificável? De achar uma razão no irracional? Nosso egocentrismo de pensar que somos tão especiais a ponto de ter um “ser supremo” exclusivamente para ferrar com nossa existência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me lembra uma frase dita em um filme cujo título se perdeu em minha memória, a qual diz algo como: “Porque, às vezes, um rangido em uma casa velha é apenas um rangido em uma casa velha”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-3574876769746100196?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/3574876769746100196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/senso-de-humor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3574876769746100196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/3574876769746100196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/senso-de-humor.html' title='Senso de Humor'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-1879502920008863722</id><published>2009-05-08T05:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T05:48:05.819-07:00</updated><title type='text'>E continuando...</title><content type='html'>(aviso, antes de iniciar a leitura desta postagem o autor, no caso eu, recomenda a leitura do post anterior)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alma, espírito ou seja lá qual for a terminologia que se queira escolher para definir esse "ser". Ele está aqui para aprender, experimentar, testar e avaliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é: O que? Qual é o assunto a ser aprendido por "ele"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos ao exemplo do computador (e apenas para esclarecimento, utilizo o "computador" com amplas liberdades de pensamento pois, como o próprio texto explicará, seria a mesma situação aplicada a nós).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ambiente virtual, na web, o "plano digital", onde nossa existência é impossível, ele se torna nosso "eu". Ele é a versão digital de todos nós. E, ainda abusando da mencionada liberdade, vamos atribuir-lhe uma "consciência" nesse plano digital. Assim, ele vive nesse "plano", interage com ele, do mesmo modo como nos interagimos com nosso plano. E vem a questão: Mas ele sabe que esá sendo operado por um homem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: Não! Assim como nossa consciência reflete nosso conjunto de aprendizado ao longo da vida, do mesmo modo, a "consciência" dele seria reflexo de sua programação. Ele segue o que foi programado, a base de seu comportamento são os dados inseridos nele, e ela vai se modificando a medida que novos dados são inseridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me parece muito com o próprio desenvolvimento do homem, mas, continuemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não tem consciência de que seus atos foram pré-programados, e que tudo que ele faz, na verdade, são comandos enviados por um ser "superior". Ele não tem consciência do teclado acoplado ao seu intelecto, e tudo o que nós digitamos ele compreende como sendo "pensamentos" dele. Ele faz o que se manda, sem ter a consciência de que são ordens. Ele testa, faz, desfaz, grava, apaga, modifica e etc, sob nossa orientação, mas "acreditando" que são decisões dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais importante, ele não faz a menor idéia do que nós pretendemos. Ele não sabe o porque faz o que faz, o porque as coisas acontecem daquele jeito e, hipoteticamente, começa a criar teorias sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é: o que nós fazemos com ele? Muito simples. Você pega cria um programa, faz toda a programação, coloca ele em um computador e deixa ele rodar para ver se ele funciona e o que vai acontecer. e para o computador? Bom, digamos que foi algo como "E se eu misturar salitre, enxofre e carvão, moer tudo e colocar fogo?". para nós o "resultado final" não seja apenas esse programa, mas sim, uma série deles ainda por ser feitos. Para o computador, aquilo foi uma experiência completa. Ele não faz idéia de que há mais por vir, e se fizer, encara como fruto de sua própria "inteligência". mas é provável que o que ele pense estja milhas distante do que pretendemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que, eu acho, ocorre conosco em relação ao "ser espiritual" ou "alma". Fomos programados? É possível. Do mesmo modo, é possível que o que fazemos, pensamos, sentimos, as coisas que ocorrem (ou não ocorrem) sejam o resultado dessa experimentação. Acontece conosco o que ocorre com o computador. Estamos cegos sobre o que "ele" quer aprender, e tratamos de lidar com nosso dia a dia, obedecendo (as vezes) nossa consciência, tomando decisões com base em nosso julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim como nosso hipotético computador consciente, teorizamos sobre o porque "somos assim", o porque "fazemos o que fazemos", gastamos tempo tentando fazer nossa mente atingir um nível de compreensão inalcançável. Seria como se o compuador tentasse saber como é o gosto de um copo de café em nosso plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E desse jeito esquecemos de fazer o óbvio: viver o momento presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no fim, é só uma teoria...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-1879502920008863722?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/1879502920008863722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/e-continuando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1879502920008863722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/1879502920008863722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/e-continuando.html' title='E continuando...'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-4173979953481365382</id><published>2009-05-03T09:18:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T09:50:58.696-07:00</updated><title type='text'>Alma</title><content type='html'>Muitas vezes eu mesmo me vi envolvido em discussões que envolviam o assunto. “Onde fica a consciência, o que é a alma, o que espírito”.&lt;br /&gt;Normalmente as pessoas com quem esse assunto surgia eram adeptas fervorosas de alguma religião, o que atrapalhava um pouco o desenvolvimento do assunto, pois a invariável resposta era “Alma é o que Deus deu a cada um de nós, e é o que nos diferencia dos animais”.&lt;br /&gt;Poderia ser uma resposta satisfatória. Todo mundo tem uma alma, e quando morremos, fim de papo. Mas não. Segundo a crença católica, a alma “vai para a vida eterna”, segundo o Kardecismo “ela volta para a espiritualidade, para retornar mais tarde e continuar sua missão”.&lt;br /&gt;E, por algum motivo, eu sempre discordei disso tudo. Houve até um tempo em que eu sequer acreditava na existência de uma alma, ou espírito,que para mim são exatamente a mesma coisa. E essa explicação religiosa (e estou incluindo o Kardecismo aqui, pois não considero ele como “Filosofia”) de que a alma vinha aqui apenas para sofrer, pagar suas dívidas e “evoluir” era papo-furado.&lt;br /&gt;Mas, num pequeno lampejo ao vir do almoço, eu percebi que sim! Isso pode proceder! E a luz que surgiu foi justamente isso que você que esteja lendo isso está usando neste momento. O Computador.&lt;br /&gt;A pequena discussão interna (sim, eu argumento comigo mesmo, apesar de isso parecer improdutivo) era sobre a memória, assunto para outra postagem, mas que acabou por conduzir a linha de pensamento nessa direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É deste modo. Imagine a web como sendo um “plano digital de existência” e nossa “realidade” como sendo um “plano físico de existência”. Nós, seres humanos, dotados de propriedades físicas limitadas, não conseguimos traduzir em nosso supercomplexo cérebro o código binário de um computador. Explico: não é possível pegar um arquivo de computador, transferi-lo para seu cérebro e “abri-lo” lá dentro. Nosso cérebro não é binário, e essa “linguagem” é impossível de ser operada DENTRO do cérebro. Para isso usamos um “ser” que faz a ponte entre os dois planos, o “plano digital” e o “plano físico”: O Computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele “pensa” na linguagem binária, e assim, traduzimos o “plano digital” para o “plano físico”. Ele é nosso “corpo” na web. E vem a pergunta, qual a finalidade de usar-se um computador? Qual a finalidade que damos a ele? Resposta: aprendizagem. Na web (uso esse exemplo pois ela é o maior motivo atualmente para se ter um computador) não procuramos por informações que já sabemos, e sim, por novos dados sobre coisas que já sabíamos, ou por informações sobre algo que queremos aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí acabei fazendo a mesma relção entre corpo-espírito/alma. A alma, ou espírito, existe em um “plano espíritual”, enquanto o corpo vive no “plano físico”. E ela precisa aprender sobre este plano, ela faz experimentos aqui, testa teorias, mas não pode interagir diretamente com o plano físico, pois a linguagem física é imcompreensível para ela. Assim, o corpo se torna o “tradutor”, a ponte entre esse dois planos, exatamente como o computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda outro detalhe. Proteção. Imagine que você está navegando na web e um vírus infecta seu computador e apaga todos os dados. Fisicamente você nada sofreria (a não ser a extrema irritação e desespero, mas isso não conta), sua saúde não seria afetada, seus conhecimentos também não. Você ainda saberia tudo o que sabia antes, o único que sofre é o computador que, neste caso, é descartável. O mesmo se aplica a alma/espírito. O corpo funcionaria como escudo para evitar que todo o aprendizado dela fosse afetado. A “saúde” da alma ficaria intacta caso algo acontecesse com o corpo, e este último seria descartado no caso de os danos serem sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuarei neste assunto adiante. Ainda há material para mais uma postagem, e prefiro assim a fazer uma só postagem imensa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-4173979953481365382?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/4173979953481365382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/alma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/4173979953481365382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/4173979953481365382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/05/alma.html' title='Alma'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-7652385258431851431</id><published>2009-04-30T10:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T10:30:30.894-07:00</updated><title type='text'>"Normais"?!</title><content type='html'>Ainda no inspirativo momento do "porque as coisas acontecem como acontecem", ontem, assistindo a mais um daqueles "chatíssimos" documentários de canais como o Discovery Channel, o tema era "O Universo".&lt;br /&gt;depois de ouvir muita coisa que eu já sabia, coisas simples, corriqueiras, tais como o processo que leva uma estrela a "ascender", sabe, essas coisas que todo mundo poderia morrer sem saber que não iria fazer diferença nenhuma... enfim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tantas, os astrônomos começaram a enumerar as, e aqui repito as palavras deles, "coisas estranhas mais normais do universo" (sim, isso mesmo, uma coisa estranha e normal...), e a lista começou com os meninos-maus universais, os buracos negros, e começou a se estender para coisas ainda mais incomuns, estranhas e normais, tais como materia escura, anãs negras, ULGIR (Ultra Ligthing Galaxies in the Infra Red - Galaxias Ultra Luminosas no Infra Vermelho - em portugues daria para escrever GULIVer...) e finalmente energia escura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que, no meio do documentário, uma astrônoma disse "a coisa mais estranha do universo, estranha mesmo, é a Terra"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu um estalo. Concordo com ela. Se for considerar-se a quantidade de requisitos necessários para gerar vida, ou pelo menos, vida como a nossa, é tão grande, mas tão grande, que gozação a parte, um arroto mais forte do sol a algumas centenas de milhares de milenios e nada disso aqui existiria. E mesmo agora. Basta um terremoto solar mais forte e tchau Terra... ou pelo menos, tchau vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... E o povo preocupado com a crise nos Estado Unidos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-7652385258431851431?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/7652385258431851431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/normais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/7652385258431851431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/7652385258431851431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/normais.html' title='&quot;Normais&quot;?!'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-20074626243074679</id><published>2009-04-28T06:13:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T06:23:53.523-07:00</updated><title type='text'>Cara ou Coroa?</title><content type='html'>Da ultima postagem, a frase que ficou no fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considere a quantidade de coisas que acotecem, e que podem mudar os rumos de sua vida. Considere a quantidade delas que aconteceram desde que você nasceu. Considere tudo. Pensando nisso, mais e mais acabo percebendo o quão imbecil é a pretenção de alguns em "prever o futuro".&lt;br /&gt;É como na história de Édipo (se não me engano, sou mestre em trocar nomes). Resumindo, se seus pais não o tivessem levado ao oráculo, ele não teria sido abandonado a morte, não teria crescido sem saber quem era seu pai e não teria concretizado a profecia.&lt;br /&gt;Ou seja, "prever o futuro", seja lá qual for, nada mais é do que forjar ferramentas para direcionar os atos naquela direção. Mas não é esse o ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas coisas precisaram acontecer, tantos eventos precisaram se encadear para que, neste momento, eu estivesse aqui, escrevendo isso que, se um ato, um gesto, um segundo que seja fosse alterado, eu provavelmente não estaria aqui ou sequer existiria. E nada garante que eu vou continuar aqui por muito tempo. Posso, ao escrever estas palavras, estar fazendo os últimos atos em vida. E cada gesto que eu faço altera meu futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, ao que me parece, sempre que alguém me pede uam explicação, eu deveria começar com "e no princípio houve uma explosão".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-20074626243074679?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/20074626243074679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/cara-ou-coroa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/20074626243074679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/20074626243074679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/cara-ou-coroa.html' title='Cara ou Coroa?'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-596385306886741063</id><published>2009-04-27T08:52:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T10:04:29.858-07:00</updated><title type='text'>Onde está o Futuro?</title><content type='html'>É comum, muito com por sinal, usarmos e escutarmos a expressão "planejar o futuro".&lt;br /&gt;Pois bem. Estava eu assistindo um filme de comédia, com o único intuito de dar risadas com cenas absurdas, nada de pensar, nada de procurar entender a trama. O filme se mostrou um fracasso como comédia.&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;Na parte final do filme houve aquela cena. Uma cena simples, duas pessoas conversando na cozinha de um restaurante. E nessa cena, desse filme ruim, um dos personagens resume de forma quase magistral um dos dilemas que afligem grande parte das pessoas: Como sou eu? Resumidamente, quase num clichê, ele disse: "E como saber o que podemos fazer, sem tentar? E se tentarmos, e não formos bom o suficiente, qual é o problema? O que os outros pensam não é o que nós devemos pensar." - algo assim.&lt;br /&gt;E isso me levou a levantar a questão de planejar o futuro. Sim, é saudável fazer planos, é saudável ter "algo" em mente pois, nós - seres humanos - devido a nossa capacidade de raciocínio e de fazer escolhas, no fim, necessitamos absurdamente de um ponto fixo no horizonte de forma a guiar nossos passos.&lt;br /&gt;Perdemos nossa capacidade de lidar com o presente, e apenas com ele. Hoje temos que pensar "a frente", temos que planejar o futuro, e isso é quase uma imposição. Pensamos em satisfazer nossas necessidas básicas, mas no futuro. "Eu vou precisar comprar um tenis novo, o meu está ficando velho". Note-se que, a isso, já está atrelada outra de nossas fraquezas: O consumismo.&lt;br /&gt;Mas, por hora, fica apenas uma frase: "Tantas coisas podem ocorrer entre o agora e o próximo segundo, que pensar no próximo minuto é como jogar na loterial"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-596385306886741063?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/596385306886741063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/onde-esta-o-futuro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/596385306886741063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/596385306886741063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/onde-esta-o-futuro.html' title='Onde está o Futuro?'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-5733675351244607833</id><published>2009-04-20T08:28:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T08:42:57.531-07:00</updated><title type='text'>É óbvio que...</title><content type='html'>... o que...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pode ser tão óbvio a ponto de levar o título de óbvio?&lt;br /&gt;A tal frase, utilizada inescrupulosamente durante várias conversas sempre resulta na mesma coisa: alguém jorrando exemplos sobre algo que lhe é claro, ao mesmo tempo em que rebaixa seus ouvintes à mera classificação de "ignorantes".&lt;br /&gt;Mas, e antes? E quando a clareza absoluta daquele assunto ainda era uma obscuridade sem precedentes, onde estaria o "óbvio"? Se tal coisa é óbvia, não deveria ser, em momento algum, necessária sua aprendizagem pois, afinal, é óbvia.&lt;br /&gt;Isso sem falar naqueles que, mal e mal entendendo de um assunto qualquer de nível mais elevado (onde a própria definição de óbvio já é uma incomgruência), armam-se de explicações truncadas para, de um modo ou de outro, estenderem o estandarte de "isso é óbvio!". Muitas vezes, quando se pede para que se repita a explicação, tal sujeito se perde em meios a tortuosa própria linha de pensamento.&lt;br /&gt;E este costume, que antes se restringia a poucoas classes profissionais (para dizer o mínimo), hoje alastra-se na mídia como um vírus. E o mais apavorante é ver quem abre mão do próprio raciocínio para engolir o palavrório alheio, sem sequer entender do que se trata, e muito menos se aprofundar no assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, é óbvio, sempre haveraõ os que discordam...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-5733675351244607833?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/5733675351244607833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/e-obvio-que.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/5733675351244607833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/5733675351244607833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/e-obvio-que.html' title='É óbvio que...'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-2762722347605101060</id><published>2009-04-17T06:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T06:27:45.871-07:00</updated><title type='text'>Do que se sente falta...</title><content type='html'>Apesar de rígido, sinto falta dos que partiram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazem falta o sorriso, as perguntas previsíveis, o desvelo "meloso", a voz, a presença e o olhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há lágrimas. Só há a contundene saudade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-2762722347605101060?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/2762722347605101060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/do-que-se-sente-falta.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2762722347605101060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/2762722347605101060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/do-que-se-sente-falta.html' title='Do que se sente falta...'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2367621234825687080.post-9043403460222456415</id><published>2009-04-16T14:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T14:04:43.985-07:00</updated><title type='text'>Postagem inicial (as 18:00... quase indo embora)</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cdi10%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Caçava eu uma inspiração para a postagem inicial deste, que dentre outro, provavelmente será meu último blog, até o dia em que eu mudar de idéia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Em busca de um assunto interessante e profundo, ou seja, aquelas coisas cheias de palavras rebuscadas e idéias repetidas sobre assuntos que tem dúzias de interpretações diferentes, cada uma com ao menos um livro escrito sobre, e que ninguém chega lugar nenhum, os intelectualóides se esbaldam em esticar as explicações até os beirais da razão e da lógica, e as pessoas comuns apenas sacodem a cabeça, acreditando piamente que aquilo não foi feito para seus cérebros comuns entenderem. E elas estão certas pois, se descontarmos a massagem no ego, nem mesmo os ditos intelectuais tem certeza sobre o que falam.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim, em busca deste assunto, acabei ficando algum tempo observando a rua através do vidro da janela, ondulado simetricamente (aquele que parece ser várias “tiras” de vidro juntas).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E me veio a imagem que normalmente me vem, mas que eu raramente dou trela: As pessoas divididas em “pessoas” mais finas, iguais, e movimentando-se ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E percebi que fazemos isso durante todo o dia. Nos dividimos em diferentes “eus” que nada mais são do que uma fatia de quem realmente somos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas não digo isso no intuito de estender o assunto na direção do “e assim, percebi que nunca somos inteiramente nos mesmos... etc etc blá blá blá”. Percebi que, assim como o vidro, fazemos isso naturalmente. &lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Contudo, no fim das contas, sempre sabemos quem somos ou, pelo menos, temos a imagem mais completa possível.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2367621234825687080-9043403460222456415?l=decarvao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://decarvao.blogspot.com/feeds/9043403460222456415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/postagem-inicial-as-1800-quase-indo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/9043403460222456415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2367621234825687080/posts/default/9043403460222456415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://decarvao.blogspot.com/2009/04/postagem-inicial-as-1800-quase-indo.html' title='Postagem inicial (as 18:00... quase indo embora)'/><author><name>Thiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13348349155326400246</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
