segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reflexões Ioiô

POis bem, é fato que nós, usuários costumazes da massa enceálica que habita dentro do crânio, vez ou outra chegamos a conclusões sobre certos aspectos da vida cotidiana, ou de "porque fazemos o que fazemos", ou ainda sobre "o que realmente deveríamos fazer", aquelas coisas bombásticas, aquelas verdades cegantes, que nos desnorteiam quando vemos que não seguimos o que nós mesmos pensamos.
E, como dito, essas espetaculares conclusões são devidamente engavetadas em nosso armário das "coisas que eu devo fazer", mas não fazemos.

Ontem, depois de um belíssimo porre de Vodka com vinho no sábado, em mais uma conversa incidental dentro do apartamento, novamente disse as palavras que, por mais dificil de acreditar que possa ser, venho tentando seguir últimamente.

A questão não é ficar sozinho, ou se envolver com alguém. Tudo se resume a usos. O que você quer, como você quer, quando e com quem. Definido isso fica fácil dar a exata abertura para que a coisa desenrole. Mas, o melhor de tudo, é fazer isso com generosas doses de honestidade suicida. É beirar as raias da canalhisse, é flertar com o descaramento, é passar a milímetros da sem-vergonhice, e tudo por estar simplesmente dizendo exatamente o que quer.

Como disse anteriormente: Perder tempo pra que?

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